A Morte do "Cisne" Fantástico e Emocionante


Vejam.



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(Enviado por um Amigo)



domingo, 13 de fevereiro de 2011

Os velhinhos reclamam… de «barriga cheia»


Todas as medidas que os governantes, centrais ou locais, pensem tomar em defesa dos velhos reformados, seja do regime geral ou doutro subsistema, o presidente da República tem a obrigação moral de vetar todo e qualquer projecto que pretenda acabar com o factor providencial que dê aumento a tais aposentados.

Digo isto porque as reformas pagas a esses velhos e velhas em Portugal, são realmente exorbitantes. Um verdadeiro absurdo. Uma coisa que se não vê em nenhum país do primeiro mundo.

Esses reformados esbanjam dinheiro a rodos. A quantidade de iates, lanchas luxuosas, jactos e helicópetros moderníssimos, pertencentes a esses reformados portugueses, estacionados em marinas e aeroportos do país e até do estrangeiro, é um verdadeiro descalabro.

Sinto-me incomodado quando vou a um supermercado e não encontro vaga para estacionar, pois esses velhos e velhas chegaram antes e encheram o parque de estacionamento com os seus Ferraris, Audis, Mercedes e BMW.

Chego a ficar revoltado e, às vezes, penso que deveria pertencer ao governo para pôr ordem em semelhante afronta e bagunça.

No interior dos supermercados, a coisa chega a ser revoltante. Essas e esses senhores, na sua maioria velhas e velhos, congestionam as caixas com os seus carrinhos atulhados de iguarias importadas, especialmente caviar, salmão fumado, queijos franceses, além dos vinhos caríssimos e Whiskys com mais de doze anos de “idade”.

Essas velhas e esses velhos não são nada pecos. Não vêm que tanta ostentação é uma bofetada na cara do cidadão comum?

Nas clínicas e hospitais de luxo, é a mesma coisa.

Não se consegue marcar uma consulta ou um exame rapidamente, pois todos esses apoentados chegaram antes, pagaram, dispensando o Serviço Nacional de Saúde, humilhando tudo e todos, dizendo que o “seguro de saúde em Portugal é de e para os pobres.” É preciso ter lata.

Não pretendo ser radical, mas isto tem que acabar o mais rapidamente possível.

Se, no entanto, o presidente da República não vetar todas essas benesses observadas, aprovadas pelos governantes, como ficarão os banqueiros deste país, quando os seus estabelecimentos falirem?

E aqueles que pedem empréstimos subsidiados aos bancos oficiais?

Principalmente os corruptos de plantão? Não vai haver dinheiro.

Por favor, senhor presidente, queira tomar em conta este apelo, desesperado, porque toda essa autêntica farra tem que acabar.

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