
Costumo dizer que nada há de mais precioso que uma boa e sincera amizade. Digo também que aprecio as flores nos jardins, seja o de S. Bento ou o de Belém.
Perguntam-me que relação pode existir entre os amigos e as flores, limitando-me a responder que, na sua graciosidade e perfume que fica nas mãos de quem as toca, é como a amizade, que traz consigo uma essência característica da personalidade de cada um.
Cada amigo tem a sua própria essência. Uns, têm-na mais concentrada, outros equilibrada e, outros ainda, tão suave que só com a alma podemos senti-la.
Os melhores perfumes, ou essências, são vendidos em pequenos frascos, tal como os amigos que, às vezes pequenos frascos sem rótulo mas com uma fragrância tal, que nos invade até a alma.
Algumas vezes sinto a amizade através de mensagens electrónicas, ou através de telefonemas, que não posso deixar de agradecer semelhantes demonstrações de amizade, que não é senão o melhor sentimento humano que pode existir.
Pascal dise que «o coração tem razões que a própria razão desconhece». E Saint-Exupéry, “o essencial é invisível aos olhos, porque é para ser visto com o coração”, referindo-se à “cegueira”, que não é apenas a impossibilidade de ver o que se passa à nossa volta.
«Se preecisares que alguém faça algum trabalho, pede a quem já estiver ocupado; quem estiver sem fazer nada, vai responder que não tem tempo». É preciso ir devagar quando se tem pressa…
Séneca afirmou: “Não chega primeiro quem vai mais depressa, mas sim quem sabe onde vai». Alguns dos meus amigos, quer de S. Bento quer de Belém, não sabem, ou dão a entender não saber onde querem ir.
E, então, faço a mim próprio a pergunta: “Será que em Portugal alguém sabe onde quer ir? Até onde pode ou deve ir?”
Quando estamos melhor que nunca, sentimo-nos profundamente insatisfeitos. Porquê?
Quem sabe muito, ouve; quem sabe pouco, fala. Quem sabe muito, pergunta; quem sabe pouco, opina e ordena.
E sendo o riso uma coisa muito séria, chega-se ao paradoxo do conhecimento: “Quanto mais um homem sabe, mais sabe que menos sabe.”
E, como disse Schopenhauer: «O silêncio, é o grito mais alto».
Sofremos demais pelo pouco que não temos, e alegramo-nos pouco com o muito que possuímos, segundo Shakespeare, e ninguém ou poucos pensam que é dando que recebemos.
Cada amigo tem a sua própria essência. Uns, têm-na mais concentrada, outros equilibrada e, outros ainda, tão suave que só com a alma podemos senti-la.
Os melhores perfumes, ou essências, são vendidos em pequenos frascos, tal como os amigos que, às vezes pequenos frascos sem rótulo mas com uma fragrância tal, que nos invade até a alma.
Algumas vezes sinto a amizade através de mensagens electrónicas, ou através de telefonemas, que não posso deixar de agradecer semelhantes demonstrações de amizade, que não é senão o melhor sentimento humano que pode existir.
Pascal dise que «o coração tem razões que a própria razão desconhece». E Saint-Exupéry, “o essencial é invisível aos olhos, porque é para ser visto com o coração”, referindo-se à “cegueira”, que não é apenas a impossibilidade de ver o que se passa à nossa volta.
«Se preecisares que alguém faça algum trabalho, pede a quem já estiver ocupado; quem estiver sem fazer nada, vai responder que não tem tempo». É preciso ir devagar quando se tem pressa…
Séneca afirmou: “Não chega primeiro quem vai mais depressa, mas sim quem sabe onde vai». Alguns dos meus amigos, quer de S. Bento quer de Belém, não sabem, ou dão a entender não saber onde querem ir.
E, então, faço a mim próprio a pergunta: “Será que em Portugal alguém sabe onde quer ir? Até onde pode ou deve ir?”
Quando estamos melhor que nunca, sentimo-nos profundamente insatisfeitos. Porquê?
Quem sabe muito, ouve; quem sabe pouco, fala. Quem sabe muito, pergunta; quem sabe pouco, opina e ordena.
E sendo o riso uma coisa muito séria, chega-se ao paradoxo do conhecimento: “Quanto mais um homem sabe, mais sabe que menos sabe.”
E, como disse Schopenhauer: «O silêncio, é o grito mais alto».
Sofremos demais pelo pouco que não temos, e alegramo-nos pouco com o muito que possuímos, segundo Shakespeare, e ninguém ou poucos pensam que é dando que recebemos.
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