A Morte do "Cisne" Fantástico e Emocionante


Vejam.



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(Enviado por um Amigo)



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mais virão! Aguardemos…


O actual líder do PSD, Passos Coelho, convicto de que venceria as eleições se fossem hoje, apelou para todo o tipo de factores com o objectivo de conturbar o processo de elaboração do Orçamento de Estado.

A esse respeito, disse Sócrates: “Quem se comporta de forma desesperada, é porque a cada dia que passa perde o apoio do povo português”, afirmando que o adversário pratica uma política de “tapete escorregadio”.

«Ao tentar responsabilizar-me por factos ocorridos durante o mandato que me foi conferido pelos portugueses, querem apenas «virar a mesa da democracia”»

Enquanto no PSD enveredaram pela política “chantagista e trauliteira”, ameaçando até às últimas consequências com as suas tomadas de atitudes, aqueles portugueses que lutam de facto por um Portugal melhor para todos, no partido laranja, como também no rosa, pretende-se apenas uma coisa: manter e aumentar as políticas capitalistas e ultra-liberais.
O grande problema de Portugal é a exclusão social. Há muita gente pobre em Portugal. Há muita gente exluída do mercado e do mercado do trabalho.

Há muita gente esquecida, e não se elege um excluído... O povo vota sempre nos mesmos, os da pretensa alternância democrática, sem dar qualquer hipótese aos dela excluídos.

Ao mesmo tempo, Sócrates fez algo extraordinário, porque quando todos pensavem que iria hostilizar os ricos ou, pelo menos colocá-los no seu lugar, que fez ele? Fez o que chama de conciliação, e hoje vêm os índices de aprovação; não há no mundo nada de parecido…

Mas, ao mesmo tempo, o governo demonstrou, ainda que de forma ténue, uma certa simpatia social, oferecendo subsídios que de imediado foram alvo de crítica dos “parceiros” de direita que, no mais profundo do seu ser, pretendem acabar de vez com o Estado Social e Estado que investe.
A pobreza em Portugal é grande e acentuada e querem torná-la maior cada vez mais.
A isso, Sócrates opõe-se, contrariando a criação da classe «E», de excluídos, enquanto homens sofisticados querem acreditar que falam francês como os franceses e pretendem evitar falar o português como os portugueses.

Se Sócrates bebe um copo de vinho, é um sucesso. E essa autenticidade de gostar de ser português, de não querer ser outro, dá-lhe uma capacidade enorme de sedução. Como ele mesmo diz, governa com alegria…

Sou socialista e já tenho criticado o actual primeiro-ministro. É verdade inegável. E, numa fase como a que o país atravessa, em que ninguém coloca em causa a necessidade do sector privado, Sócrates deveria munir-se do único trunfo que lhe pode dar a vitória: conciliar o empresário com o trabalhador, o trabalhador com os sindicatos e estes com o governo.

Se o conseguirá ou não, francamente não sei. Mas sei que, seguindo receitas de boa governação, Portugal atingiria um ponto de confiança mútua, sem a tal classe «E», incutindo mais optimismo através do equilíbrio finaceiro e inclusão social. Seria algo de extraordinário.

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