
Pode tornar-se um exercício interessante traçar um retrato robô duma sociedade, a partir da forma como se relaciona e diverte a sua juventude. Rasca? Nada disso.
No caso da nossa, parece claro que uma proporção demasiado elevada de pessoas ocupa o seu tempo livre, que é muito, em frente aos computadores quando estão sós, ou bebendo e pensando e passeando na rua e em cafés, quando andam com amigos e conhecidos.
Não são todos assim, não caiamos nos tópicos de sempre: há uma juventude sã e comprometida com a melhoria do mundo. Mas a proporção não é a que seria desejável.
E não se fomenta bastante o ócio alternativo; falta oferta cultural atractiva durante as horas vagas.
Deveria oferecer-se mais alternativas a essa população cujo mundo não vai muito mais além da Internet, discotecas e garrafas. Esboçar um mapa com os valores que se qerem impulsionar é fundamental, para dar uma volta aos que hoje são dominantes.
Podemos copiar alguma experiência mais ou menos longínqua, como a do liceu Rongotai de Wellington, na Nova Zelândia, que apresenta dois cursos com um inovador sistema de recompensas para fomentar a leitura entre os seus alunos.
Os incentivos vão desde um bilhete para o cinema, uma bateria para o telemóvel e até um vale para comprar roupa para os três alunos que mais lêm no liceu.
Os empréstimos de livros, na biblioteca multiplicaram-se e alguns alunos reconheceram que apreciam muito mais o prazer da leitura.
Mas, temos também êxitos próprios que podem inspirar novas propostas. A cidade do Porto não se limita a ter a biblioteca de S. Lázaro, que já vi bastante mais frequentada. Deveria abrir durante a noite, para oferecer espaços tranquilos aos estudantes.
Do mesmo modo, a abertura excepcional de museus durante a noite ou a gratuitidade dos primeiros domingos de cada mês durante a manhã, e de todos o domingos à tarde, seriam práticas muito frutuosas.
Deveria pensar-se noutras opções desse estilo.
É fácil queixar-se de como é a juventude: o difícil é abrir o cérebro à imaginação de novas ofertas alternativas de ócio inteligente.
Uma responsabilidade que a todos atinge.
No caso da nossa, parece claro que uma proporção demasiado elevada de pessoas ocupa o seu tempo livre, que é muito, em frente aos computadores quando estão sós, ou bebendo e pensando e passeando na rua e em cafés, quando andam com amigos e conhecidos.
Não são todos assim, não caiamos nos tópicos de sempre: há uma juventude sã e comprometida com a melhoria do mundo. Mas a proporção não é a que seria desejável.
E não se fomenta bastante o ócio alternativo; falta oferta cultural atractiva durante as horas vagas.
Deveria oferecer-se mais alternativas a essa população cujo mundo não vai muito mais além da Internet, discotecas e garrafas. Esboçar um mapa com os valores que se qerem impulsionar é fundamental, para dar uma volta aos que hoje são dominantes.
Podemos copiar alguma experiência mais ou menos longínqua, como a do liceu Rongotai de Wellington, na Nova Zelândia, que apresenta dois cursos com um inovador sistema de recompensas para fomentar a leitura entre os seus alunos.
Os incentivos vão desde um bilhete para o cinema, uma bateria para o telemóvel e até um vale para comprar roupa para os três alunos que mais lêm no liceu.
Os empréstimos de livros, na biblioteca multiplicaram-se e alguns alunos reconheceram que apreciam muito mais o prazer da leitura.
Mas, temos também êxitos próprios que podem inspirar novas propostas. A cidade do Porto não se limita a ter a biblioteca de S. Lázaro, que já vi bastante mais frequentada. Deveria abrir durante a noite, para oferecer espaços tranquilos aos estudantes.
Do mesmo modo, a abertura excepcional de museus durante a noite ou a gratuitidade dos primeiros domingos de cada mês durante a manhã, e de todos o domingos à tarde, seriam práticas muito frutuosas.
Deveria pensar-se noutras opções desse estilo.
É fácil queixar-se de como é a juventude: o difícil é abrir o cérebro à imaginação de novas ofertas alternativas de ócio inteligente.
Uma responsabilidade que a todos atinge.
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