A Morte do "Cisne" Fantástico e Emocionante


Vejam.



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(Enviado por um Amigo)



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Avisos da História


Entre estudiosos da história, restam poucas dúvidas sobre a existência, nos Estados Unidos, dum governo paralelo, invisível, bem sucedido e verdadeiramente responsável pelas intermináveis incursões, de todas as matizes, na geopolítica mundial e, desde o início do século XX, nos países periféricos, em demanda do domínio político-económico.
Eisenh0wer, no seu discurso de despedida da presidência, exercida entre 1953 e 1961, fez uma advertência profética sobre os riscos advindos da actuação do “complexo industrial/militar…”
“(…) precisamos de estar atentos para evitar a conquista duma influência indevida (…) pelo complexo industrial/militar (…), o potencial para o crescimento desastroso e o abuso de poder que existe e vai continuar a existir.”
Aproveitanto a deixa, o jornalista Fred J Cook lançou, na altura, o best-seller: «O Estado Militarista», onde pesquisa e disseca o tema levantado pelo ex-presidente, abrangendo inclusive o seu governo.
O consagrado escritor Gore Vidal, por seu lado, chegou a denunciar o que ocorre nos Estados Unidos: “O país não é governado pelo presidente, mas pelas grandes corporações”.
Apesar destas e doutras muitas advertências, paira um silêncio conivente, inquebrantável, nos veículos noticiosos sobre essa candente questão.
Não obstante, há, pelo mundo, uma pleiada de intelectuais muito preocupada com a danosa actuação, para todo o planeta, desse “governo invisível” norte-americano.
René Atmand Dreifuss, sociólogo, na sua obra de pesquisa histórica - «A Internacional Capitalista – Estratégias do Empresariado Transnacional – 1918/1986 – desvenda certos acontecimentos no jogo do poder universal, especialmente no seio da aristocracia/burguesia mundial.
As informações trazidas a lume por Dreifuss reforçam o juízo de que nos EUA, de facto ponteia, incontestável, um “governo invisível”. Mas não só… O surgimento desse pantagruélico gigante, acontece logo após a Primeira Guerra Mundial, coincidindo com a criação do ‘Council on Foreign Relations’ – CFR (Conselho das Relações Externas), seguido anos depois pela fundação do ‘Comittee for Economic Development – CDE (Comité para o Desenvolvimento Económico).
À primeira vista, essas duas entidades privadas – seguramente parte dominante do governo virtual – podem levar à crença de serem órgãos públicos, em consequência das suas denominações serem condizentes com as instituições oficiais (talvez até propositadamente).
O grande mal é que também pela europa começaram a proliferar esses governos invisíveis e ou virtuais, com o objectivo de providenciarem uma reflexão contínua sobre os aspectos internacionais dos problemas políticos, económicos, sociais e financeiros dos países.
Geralmente autodefinem-se como “grupos de pessoas preocupadas (…) em desenvolver, reflectidamente, directrizes da política interna e externa, económica e sobretudo social dos Estados. Donde se pode inferir, pelas regras básicas definidas por esses próprios “Conselhos”, o seu decidido propósito de forte intervenção política interna e externa. E, daí, todos os problemas – gravíssimos - que afectam as populações actualmente.

(Enviado por um Amigo)

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