
O simplesmente “Zé” perdeu definitivamente o rumo e mais parece uma andorinha, que voa aos ziguezagues, voos picados e perigosos… até partir.
O “Zé” propriamente dito não tem curriculum a apresentar, não tem nada para oferecer. Isto porque não tem curriculum. Deitou-o fora, latrina abaixo e fez a descarga, não havendo mais retorno. Não renegando o seu passado, ao aliar-se com o que há de mais retrógrado neste país, o “Zé” termina por se deixar cair na melancolia, senrindo-se abandonado por todos, que agora se escondem; que poderá fazer o “Zé” para sair de tão grave situação?
Ao “Zé”, resta-lhe uma consolação. À direita, continua a apostar-se na manutenção do “Zé”, de todos os “Zés” numa venal e egoísta situação deprimente, muito similar à jurássica “eco-chata”. O “Zé” fica verde de indignação, não questiona as mentiras que lhe pregam e que se vê obriogado a pregar, as omissões vindas de cima sobre os factos mais importantes.
Durante as 24 horas do dia, sete dias por semana, enviando mensagens apelativas, o “Zé” pensa poder mudar alguma coisa, mas ninguém lhe liga qualquer importância.
Dizem os “generais de pijama de seda” que o “Zé” jamais tentou impôr-se e ao seu socialismo, pelas armas, mais sim através do voto e sem interrupção…
Em todas as inoportunas mensagens, que enchem as caixas postais dos internautas, aqueles “generais de pijama de seda” deixam transparecer que vivem ainda na época da guerra fria e que a famigerada transformação social do mundo se mantém em vigor. Perderam a bondade histórica e, mais que isso, o sentido do ridículo, pois sempre defenderam e continuam afazê-lo, numa democracia sem o povo. Preferem, os tais “generais”,o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo.
Quando o “Zé” trocou o cheiro do povo pelo perfume dos e das “dondocas”, passou a “criminalizar” os movimentos sociais, a defender os golpismos de cima emanados, pretendeu fazer cessar as disputas pelo bem-estar geral, depois de difundir desbragadas mentiras e caluniar aqueles que pudessem fazer-lhe sombra, tentando passar-se para a direita do “pai” e bater às portas dos quartéis para explicar o que motivou o golpe militar de Abril de 1974, uma simples ficha em relação ao que hoje acontece, quando assume a defesa do imperialismo capitalista.
Fazendo coro com o grande patronato conservador, que queria ainda mais, venal e golpista, o “Zé” não consegue esconder a sua adesão à “canalha” neo-liberlista. Repete vezes sem conta que vem aí a “coisa má”, verdadeiro cadáver político insepulto.
«A democracia está ameaçada!», dizem alguns, sendo necessário, para a salvar, meia dúzia de intelectuais autoritários, que não percebem nada do que dizem e fazem.
Diz-se também que o “Zé” pirou de vez. O desespero é tanto que o levou a prometer o que sempre combateu: salário mínimo intocável e de 600 euros, um reajusta de 10% aos reformados e o 15º mês aos beneficiários de abonos familiares.
Por tudo isto e muito mais é que o “Zé” vai entrar para a história pelo contentor do lixo. Triste fim!
O “Zé” propriamente dito não tem curriculum a apresentar, não tem nada para oferecer. Isto porque não tem curriculum. Deitou-o fora, latrina abaixo e fez a descarga, não havendo mais retorno. Não renegando o seu passado, ao aliar-se com o que há de mais retrógrado neste país, o “Zé” termina por se deixar cair na melancolia, senrindo-se abandonado por todos, que agora se escondem; que poderá fazer o “Zé” para sair de tão grave situação?
Ao “Zé”, resta-lhe uma consolação. À direita, continua a apostar-se na manutenção do “Zé”, de todos os “Zés” numa venal e egoísta situação deprimente, muito similar à jurássica “eco-chata”. O “Zé” fica verde de indignação, não questiona as mentiras que lhe pregam e que se vê obriogado a pregar, as omissões vindas de cima sobre os factos mais importantes.
Durante as 24 horas do dia, sete dias por semana, enviando mensagens apelativas, o “Zé” pensa poder mudar alguma coisa, mas ninguém lhe liga qualquer importância.
Dizem os “generais de pijama de seda” que o “Zé” jamais tentou impôr-se e ao seu socialismo, pelas armas, mais sim através do voto e sem interrupção…
Em todas as inoportunas mensagens, que enchem as caixas postais dos internautas, aqueles “generais de pijama de seda” deixam transparecer que vivem ainda na época da guerra fria e que a famigerada transformação social do mundo se mantém em vigor. Perderam a bondade histórica e, mais que isso, o sentido do ridículo, pois sempre defenderam e continuam afazê-lo, numa democracia sem o povo. Preferem, os tais “generais”,o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo.
Quando o “Zé” trocou o cheiro do povo pelo perfume dos e das “dondocas”, passou a “criminalizar” os movimentos sociais, a defender os golpismos de cima emanados, pretendeu fazer cessar as disputas pelo bem-estar geral, depois de difundir desbragadas mentiras e caluniar aqueles que pudessem fazer-lhe sombra, tentando passar-se para a direita do “pai” e bater às portas dos quartéis para explicar o que motivou o golpe militar de Abril de 1974, uma simples ficha em relação ao que hoje acontece, quando assume a defesa do imperialismo capitalista.
Fazendo coro com o grande patronato conservador, que queria ainda mais, venal e golpista, o “Zé” não consegue esconder a sua adesão à “canalha” neo-liberlista. Repete vezes sem conta que vem aí a “coisa má”, verdadeiro cadáver político insepulto.
«A democracia está ameaçada!», dizem alguns, sendo necessário, para a salvar, meia dúzia de intelectuais autoritários, que não percebem nada do que dizem e fazem.
Diz-se também que o “Zé” pirou de vez. O desespero é tanto que o levou a prometer o que sempre combateu: salário mínimo intocável e de 600 euros, um reajusta de 10% aos reformados e o 15º mês aos beneficiários de abonos familiares.
Por tudo isto e muito mais é que o “Zé” vai entrar para a história pelo contentor do lixo. Triste fim!
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