A Morte do "Cisne" Fantástico e Emocionante


Vejam.



http://www.youtube.com/watch?v=RM2Aio9mvNE&feature=player_embedded



(Enviado por um Amigo)



sexta-feira, 11 de março de 2011

Graça e paz para todos


Penso que podemos manter boas relações e bons diálogos entre todos. Somos um país de brandos costumes e, sinceramente, fico muito sensibilizado quando alguém tenta desconsiderar a argumentação, acusando alguém de força de choque deste ou daquele partido…

Queiramos ou não, todos somos partidários de ideias e de ideais. Queiramos ou não, todos temos e fazemos as nossas escolhas e tomamos as nossas posições políticas. Mesmo na divergência,, podemos – e devemos - manter um bom nível de diálogo. Tenho aprendido isso nos «embates» transmitidos pelas televisões nos últimos anos…

Penso que o calor da campanha eleitoral já passou e que o momento, agora, é de discutir, de forma serena, os pertinentes assuntos que nos são diariamente colocados.

Sinceramente, gosto de percorrer o jornal e ler as considerações de diversos quadrantes, deste ou daquele partido entendendo, no entanto, que não preciso de partir para coisas do género força de choque deste ou daquele lado.

Quem as escreve nas redes sociais, deve estar preparado para enfrentar o contraditório, como nas televisões e jornais, tendo o fundamental dever de respeiar todas as argumentações, sejam ou não favoráveis.

Penso ser já demasiado conhecido e ter já dito qual a minha tendência politico-social – a independência absoluta – sem ter necessidade alguma de me repetir, e tenho participado nalguns processos políticos desde há muitos anos.

Vi companheiros perecerem na luta, sem jamais duvidar dos seus princípios e dos seus valores.
Estou satisfeito com o meu país? Claro que não. Quem poderá estar?

Estou satisfeito com a agenda do aumento dos juros, aumento da dívida pública, aperto fiscal e salarial? Claro que não!

Claro que não, e penso que o actual governo perece ser um governo de medrosos, quando se sabe que a inflação de um dígito é aceitável, sabendo que a pressão nos produtos alimentares continuará forte em todo o mundo.

Mas também não compreendo a razão porque o líder deste governo acata e obedece às «ordens» da chanceler alemã, que ultrapassa, sob a forma de convite, todas as instâncias europeias, sedeadas em Bruxelas.

Os economistas sabem que o mundo precisa de aumentar a produção alimentar em cerca de 40%, urgentemente, principalmente para fazer frente à demanda global, tendo em vista os eventos, extremos do clima, que podem reduzir a oferta drasticamente.

E, por fim, a despeito da situação, não podemos negar que Portugal está em processo de transformação. Melhor ainda: em processo de perda de soberania no mundo, na sua geopolítica.

Certamente, alguns dos meus sonhos de jovem foram realizados, mas a luta deve continuar sem tréguas, por um país sempre melhor para todos, não apenas para alguns.

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