A Morte do "Cisne" Fantástico e Emocionante


Vejam.



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(Enviado por um Amigo)



sábado, 29 de janeiro de 2011

Filhos – Educação e Família


Nos dias de hoje, vemos uma situação repetir-se nas escolas: os pais delegam cada vez mais a tarefa de educar os filhos apenas às escolas confundindo, muitas vezes, onde começa o trabalho dum e a responsabilidade do outro.
Parte-se dum pressuposto bem antigo: o de que a escola tem por obrigação ensinar valores morais aos filhos. Usando esta ideia, parte-se em demanda da escolha dos estabelecimentos onde os matricular. É interessante ver como os pais saem á procura de escolas católicas e tradicionais, ou do contrário, não religiosas e liberais. No entanto, nem sempre pensam se nas suas casas a criança terá o mesmo exemplo.
É necessário pontuar a importância de se pensar seriamente sobre isso, pois essa escolha, acontecendo de forma antagónica ao que temos como valores reais, e praticados, se tornará mais adiante numa questão de conflito para os educadores, pais e escola.
Sabemos que os professores passam hoje por uma situação de muito medo face aos alunos que têm na sala de aulas. Alunos que os desautorizam como se não reconhecessem naqueles que entram na sala os mestres.
Que se terá passado? Realmente, os valores não coinciddem entre o que escolhe e aquele a quem se entregam os filhos no início da fase escolar. É comum ver às portas das escolas mães a julgar atitudes dos professores, “absurdas”, na frente das crianças, criticando o mestre porque reprimiu (repreendeu) o seu filho ou outra criança da turma, retirando-o do recreio pondo-o de castigo… Nos dias de hoje? Não pode ser.
Pode sim, porque repreender faz pare de educar e o professor que faz isso, ou que irá reprovar um aluno mais á frente por meio ponto, está ali imbuído dessa autoridade e de condições que s pais devem respeitar e ensinar os filhos a fazer o mesmo.
Como da mesma forma, ao escolherem aquela escola mais liberal também escolhem que os filhos aprendam a pensar e construir a realidade através das suas experiências, discutindo e abrindo espaços para escolher e fazer. São escolas que absorvem a maioria das crianças que não se adaptam tão facilmente às escolas mais tradicionais e, assim, são levadas para ali como se fossem diferentes, mais exigentes ou com dificuldades de aprendizagem ou adaptação. Outro equívoco, pois as escolas mais liberais propõem liberdade de escolha e responabilidade pessoal. Esse é um objectivo onde também a questão religiosa não é o padrão católico apenas, e se pode conviver e conhecer outras realidades.
Enfim, não é um reformatório: precisamente o contrário. A escola não deveria adoptar esse papel de escola alternativa, tendo em vista que permite, assim, a confusão dos papeis e cria um preconceito entre crianlças que estudam nesse ou naquele modelo. Vejo os pais muito perdidos com os filhos quando passam por situações de stresse na escola. A primeira atitude, cada vez mais comum, infelizmente, é mudar o filho de escola sem procurar saber o que aconteceu, junto dos professores. Quando isso acontece, a crítica à escola fica pelos corredores.
Vê-se aí uma ausência de responsabilidades com o problema real, que se evidencia durante a presença do aluno na escola. Se as notas são fracas, o pais colocam os filhos em explicadores para corrigir de imediato as lacunas que ficaram por aprender, mas o mesmo não acontece quando o aluno apresenta dificuldades com a autoridade do mestre, ou no relacionamento com os colegas.Nesse caso, vai-se directamente ao gabinete do director, retiram os filhs daquela escola e levam-nos para outra… ou, após ter falado com o director, obtêm um encaminhamento para um psicólogo, podendo reflectir qual o papel da escola na vida da sociedade.
A escola deve contribuir para a continuidade de valores que vêm de casa, além de passar conteúdos pedagógicos e multidisciplinares. Nunca se deve substituir o que se aprende em casa. E, veja-se: não há nenhum modelo de perfeição em nenhuma exigência de padrões morais. Não! Falo de coerência com os nossos próprios princípios.

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